Plinio opina sobre un acto de caridad de Juan Pablo II: "uma abominação"

por Alfonso

Transcribo abajo las palabras de Plinio sobre el encuentro del ahora San Juan Pablo II con una mujer embarazada y su familia en las calles de Roma. Estaba lloviendo, y el Papa ve a esta mujer con sus hijos parada en una esquina. Le dice al chofer que pare el automóvil, e invita a la famila a entrar, y da unas palabras de aliento a la madre. Supongo que la habrá acercado a su casa o a otro destino.

Plinio comenta esta noticia publicada esos días. Lo hace en su departamento particular, en un primer piso de la calle Alagoas en la ciudad de San Pablo, a un grupo de personas que incluían el entonces Coronel Poli, Gonazalo Larraín, el Sr. Guerrero, el Dr. Edwaldo y otros que participaban de las reuniones de los "Sábados a la Noche". La fecha de esta reunión en particular fue el 1 de octubre 1994.

* * * 


Dejando a Plinio "de queixo caído"


Plinio: Aliás, o estado de saúde do atual Papa é nesse gênero: ele vai cada vez mais fazendo horrores, estando para morrer, todo o mundo desconfiado que ele está muito mal, quando parece mais provável que ele está muito mal, ele dá um passeio a pé pelos Alpes e deixa todo o mundo de queixo caído. Ou faz um lance como vocês devem ter visto hoje no jornal, com uma família... viram isso, não é?

(Cel. Poli: Eu vi o senhor comentar, mas não...)

Há duas notícias. Segundo uma notícia o fato que eu vou narrar se deu com chuva, estava chovendo. A outra notícia não falava da chuva. As duas contavam o mesmo fato.

Que ele ia passando de automóvel por uma rua de Roma, do Vale d'Aosta, e viu uma senhora com três ou quatro crianças, na rua – o fato fica mais explicável se houvesse chuva – , que ele teve pena, mandou parar o automóvel e convidou a senhora para entrar com as crianças. Isso é uma coisa que um Papa não devia fazer nunca! O que se compreende que poderia fazer, no máximo, era parar o automóvel, mandar alguns daqueles lacaios ou qualquer coisa, dar um pulo à mulher e dizer o seguinte: "O Papa manda lhe pedir para tomar um táxi para ir para a sua casa, e lhe manda uma bênção". E um bilhete grosso de liras. Isto é o máximo que ele podia fazer, tratando-se de uma mulher do povo, ainda é uma coisa que se compreende. E ele de dentro do carro daria uma bênção. E está acabado. Mas mesmo isso é puxado.

A tal senhora entrou e ele perguntou para ela:

– Quantos filhos tem?

Ela disse quatro, cinco... tantos.

Ele disse:

– A senhora é uma brava, hein!

E verificou que a mulher estava esperando uma criança, então passou a mão agradando o abdômen da mulher.

Quer dizer, é uma coisa que...

Vamos dizer, por exemplo, se antigamente se tivesse podido pensar que era realizável essa cena, a gente diria: "Essa é uma hipótese ousada demais. Cancele essa hipótese porque está fora do verossímil". Não é o que diriam?

Ou outra até: "Essa é uma hipótese irreverente que eu estranho que você tenha mencionado, e que até lhe tenha passado pela cabeça. Não vamos mais falar sobre isso".

(Dr. Edwaldo: Isso é para um marido dar um tiro.)

Era para o marido dar um tiro.

E depois a impressão que eu tenho, é que essa mulher estava impostada nesse 
lugar já combinado. É a terra do teatro, não é? Em que tudo se executou na perfeição.

Mas você toma esse fato. Esse fato é de um lado uma abominação. Não podia ser isto.

* * * 

No olvidemos que, siempre que podía, Plinio reiteraba su fidelidad "al Papado", a "Roma Eterna" y a la Iglesia. Pero vemos en este comentario ante un grupo de íntimos cuan lejos estaba de la caridad cristiana y del respeto al sucesor de Pedro. 

Otro detalle nomás... el Dr. Edwaldo (que es el que opina que el episodio es tan grave como para que el marido estuviese justificado en pegarle un tiro a su mujer por haber aceptado la caridad del Papa) es ahora sacerdote de los Heraldos del Evangelio. Tal vez alguna persona que lo conozca pueda recordarle esta reunión y preguntarle si se ha arrepentido de pensar como lo hacía entonces.

Comentarios

  1. No sólo el peculiar concepto e idea de la CARIDAD llevado a la práctica de los 3 abuelitos, sino también permitirse el lujo de especular y elucubrar cómo tiene que actuar el Papa y el marido de la mujer en cuestión, de la situación, etcétera.
    ¿Preguntarles a los supervivientes al respecto de ésta reunión?, no por favor, no les ponga en peligro de cometer el pecado de Judas sobre sí mismo. (a nadie pueden traicionar ya, salvo a ellos mismos) Fuera de que, el principal está fallecido y los otros (Edwaldo Cel. Poli) sufrirían AMNESIA crónica, alguna enfermedad degenerativa; capaz que dicen que no conocieron a nadie llamado Plinio Corrêa de Oliveira NUNCA en la vida ... Así estamos.

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  2. Para PCO "JP2" (como se referiam a ele no "grupo") não era Papa legítimo, nem Paulo VI e outros. E se PCO acreditava isso todo o "grupo" (pelo menos os "entusiasmados") tinha que achar o mesmo, e JCD era o primeiro. Mas como foi então que "JP2" aprovou os AE se ele não era verdadeiro Papa...? Aliás, antes da famosa aprovação pontificia jamais existia uma foto dele nem de nenhum outro -anti- papa em nenhuma das "sedes", só S. Pio X o único que presta. Mas veja só que surto de fevor pontificio que começou quando o "antipapa" "JP2" deu a aprovação (será que foi válida... pois nao é que não era legítimo...) enfim que todas as sedes se encheram de fotos dele (sobre tudo a de JCD osculando sua mão) e até de bispos, ao mesmo tempo que sumiram as de PCO e LCO, por "razoes de prudência"... (isto nao é imaginação, foi mesmo assim). No entanto até Bento XVI tudo foi bastante bom, (o qual segundo JCD era gnóstico e cúmplice de tudo também) mas se vivia numa aparente normalidade. Agora com Francisco acabou a "lua de mel" pois ele, além de ser argentino (perdoem, nao é "pinchazo", mas é um dos defeitos dele segundo JCD disse varias vezes) enfim "o Bergoglio" é maçom, herege e outras belezas mais, e sobretudo não é verdadeiro Papa, e isto JCD o afirma categoricamente desde que Francisco foi eleito. Bom isso é "SPV" (segredo) por favor não contem a ninguém... Sempre se falou no grupo de amor ao papado, de fidelidade ao papado, etc., porém na prática a coisa era bem diferente. Graças a Deus agora Mons. JCD receveu o Pontificado diretamente do alto e também receverá o dom da imortalidade e o corpo glorioso quando ficar curado, o que será muito em breve, de maneira que no Reino de Maria já nao haverá sucessão pontificia, nem a sede do pontificado estará mais em Roma, pois esta cidade maldita e apóstata será destruida e o pontificado ficará para todo o sempre em São Paulo com o Mons. JC como Pontífice eterno (por favor isto também é SPV porém também não é mentira nem calúnia).

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