Gerenciando la podredumbre
por Alfonso
Incontables horas de Plinio se invertían en hablar sobre la situación de sus seguidores, o los "miembros del grupo". Joao Cla Dias tenía amplio acceso al líder y usaba esto para conseguir poder dentro de la organización, poniendo a su gente el posiciones clave y mandando a "retiros" o a la famosa "camándula" a los que no gozaban de su aprobación.
De hecho, Plinio en un punto había totalmente tercerizado en Joao Cla decisiones sobre el destino y ubicación de las personas dentro de la TFP. Lo sé porque el mismo Plinio me lo dijo a mi durante una conversación que tuve mientras yo era miembro de la TFP sudafricana que ya contaré en otra oportunidad.
Al controlar acceso al líder, Joao Cla se convirtió durante muchos años en el "canal necesario de accesso a Plinio" que él profesaba querer abolir en relación a otras personas mayores del grupo.
La cantidad de abuso de las conciencias y de las personas hechas por Joao Cla, bajo la fingida ignoracia de Plinio fue enorme. Pero éste resulto altamente beneficiado ya que, cuando llegó el momento, pudo apropiarse de una parte significativa del grupo y fundar sus Heraldos del Evangelio, que al día de hoy están dirigidos por ex-miembros de Tradición Familia Propiedad.
Copio abajo la transcripción de una de centenas de reuniones de este tipo, donde Joao Cla informa a Plinio sobre algunas personas, y este hace comentarios. No olvidemos que todo esto era archivado para ser usado por Joao Cla como herramienta de presión o coerción más tarde.
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| Si pierde contacto... se pudre todo! Pero al final, se pudrió todo, de todas maneras. |
PCO: Meu filho, por curiosidade, no que é que deu aquela dupla Felipe e aquele careca do Rio Grande do Sul?
(Sr. J. Clá: O Sr. Argemiro está lá no Japi, está quietinho, não saiu de lá. Fez retiro, aproveitou muito bem o retiro e está lá.)
PCO: Não fez revolta nem nada?
(Sr. J. Clá: Não, não, muito quietinho. E o Sr. Felipe está no Éremo do Praesto Sum, não tem nada assim mais de especial.)
PCO: Achei o Felipe com a cara tão desinfestada, tão normal... Ele estava péssimo.
(Sr. J. Clá: Sabe o que acontece? É o que eu disse ao senhor: quando eles saem do êremo e vão para outra função nas mãos de outros eu perco o contato. Não tenho contato com o pessoal da Angélica, por exemplo, porque o sistema de serviço é completamente diferente. Eu fui educado numa outra escola de serviço, a escola do senhor, que é uma escola séria evidentemente, mas que não põe o serviço acima da vida espiritual nunca. Mesmo em épocas de trabalho o senhor sempre coloca as orações em dia na hora que é a hora melhor do dia.)
PCO: É.
(Sr. J. Clá: Esse pessoal gosta de trabalhar na hora melhor do dia e deixar as orações para a hora pior do dia.)
PCO: À noite?
(Sr. J. Clá: É.)
PCO: Eu reputo isso uma imprudência.
(Sr. J. Clá: Eu também acho. Então eu perco o contato e o que acontece é que depois de um ano eles estão apodrecidos e é preciso substituir. A gente traz de volta para o êremo e põe outros. O que normalmente tem acontecido é isso.)
PCO: Meu filho, mas a coisa é menos simples. Por exemplo, o Argemiro apodrece [citricamente?].
(Sr. J. Clá: É o único caso, mas os outros não. O senhor pega o Sr. Vasco. O Sr. Vasco estava aqui nas mãos do apartamento da Angélica e estava dando um trabalho daqueles. Está lá no Praesto Sum quietinho, não está dando trabalho nenhum.)
PCO: E o...
(Sr. J. Clá: Dominguez?)
PCO: Não, o Dominguez foi para os Estados Unidos, não é?
(Sr. J. Clá: É.)
PCO: Não. O Mascaro.
(Sr. J. Clá: Esse Mascaro... esse é um problema complicado.)
PCO: Sumiu?
(Sr. J. Clá: Não, ele foi para Itália... Um dia me pediu para ver os papéis dele, eu vi que ele estava querendo dar um passeio na Itália então quis amarrá-lo em algum serviço. Eu disse: "ótimo, o senhor vai para lá e o senhor já ajuda um pouco no bureau". O que é que ele fez? Passeou um mês e três semanas, e na última semana apareceu em Roma dizendo que estava disposto para o trabalho, que só tinha sete dias, mas que estava disposto a voltar.)
PCO: A voltar, é?
(Sr. J. Clá: A voltar para lá para Roma. Veio para cá e como ele estava na hipótese de voltar para Roma ficou aqui residindo no apartamento dos Macabeus. Ele não faz nada, ele faz as coisas dele.)
PCO: Mas quais são as tais coisas dele?
(Sr. J. Clá: Por exemplo, quando ele estava em São Bento eu persegui a ele de perto para saber o que é que ele fazia. Ele passou durante uns quinze dias cuidando do translado de um cadáver de um italiano que tinha morrido aqui e que queria ser enterrado na Itália. Então o filho queria levar o corpo para Itália. Ele como se fosse uma agência de turismo, uma agência de passagens, andou ajeitando a ida desse corpo para Itália para ser enterrado na Itália. Isto sem ganhar muito, é pura e simplesmente para mexer. Então no momento ele está aqui hospedado no apartamento dos Macabeus e vive fazendo as trambicagens dele aí.)
PCO: Qual é o apartamento dos Macabeu?
(Sr. J. Clá: É um que fica ali ao lado da Martim Francisco, ali do "Catolicismo", onde está o Sr. Bacceli trabalhando, onde vive o Sr. Freddy, os Macabeus. Nem mais nem menos, nem pior nem melhor, está ali.)
PCO: Esse não se emenda, não é?
(Sr. J. Clá: Não sei se ele entende a vocação, não creio que entenda.)
PCO: Ele nunca manifestou desejo de se casar, não?
(Sr. J. Clá: Não. Ele é esperto demais para se casar.
* * *
Interesante notar como Joao Cla le dice a Plinio que la gente que él pone en otras casas de la TFP, fuera de los éremos que él controla, se "pudren" a medida que pasan tiempo lejos de su esfera de influencia, y que hay que rotarlos de vuelta a los éremos y reemplazarlos por otros... que se irán pudriendo paulatinamente hasta que tengan que ser reemplzados una vez más. Un método muy interesante de manejar el personal, ciertamente.
En su comentario final, el ahora Monseñor Joao Cla deja claro lo que piensa del matrimonio. Por lo visto algo para la gente poco inteligente.
Como digo, un botón de muestra del nivel de "micro-management" de las personas dentro del grupo. Veremos otros más adelante.

Esto del "manejo de personal" es una de las cosas que me resultan más intrigantes del "grupo". Lo digo pensando principalmente en los HE. De mirar las cosas que publicitan, en apariencia "toman hábito" (que ya sabemos que es diferente a "entrar") entre 70 y 120 al año... y sin embargo, si uno mira las fotos y las publicidades, siempre son, jóvenes o viejas, las mismas caras. A uno se le ocurriría entonces que hay un índice de "apostasía" (quisiera hacer más grandes las comillas) o expulsión muy alto... ¿Dónde están todos esos? ¿Por qué no aparecen por ninguna parte? ¿O es cierto el rumor que oí de que hay quien "pierde" el hábito (aunque siga adentro) y tiene que "volver a recibirlo" después?
ResponderBorrarMuy buneas palavras!
ResponderBorrarTive uma curta participação no coro dirigido por JC, na época em que ainda não se aceitavam mulheres, nos anos 96 e 97.
Após os treinos de coro, JC fazia uma conversa de formação, que era bem o assunto acima tratado. Boa parte da conversa era com o intuito de "comentar" (falar mal, na verdade) diversas pessoas.
Certa vez, indagando o encarregado sobre se isso, se era correto falar mal assim dos outros, ele me respondeu que era "para a nossa formação".
JC é um grande articulador e o abuso de consciência que ele praticou (e creio que ainda pratica, ele mesmo ou seus assistentes) é muito grande.