Elías no vino
por Alfonso
Abajo un trecho de palabras de Plinio Correa de Oliveira sobre la venida del profeta Elías. "No digo que la venida de Elías sea inminente. Ella puede demorarse o ser inminente. Es el status questionis actual," dice Plinio.
Esta es un transcripción de una reunión que tuvo lugar en San Pablo, el 1ro de diciembre de 1994.
Muestra como el mismo Plinio incentivaba en sus seguidores la mitología "eliática" dentro del grupo. Elias era el profeta por excelencia, con el que Plinio tenía una relación especial. Jugaría (según el texto abajo), un papel de terapeuta que curaría a la TFP de sus defectos, y la prepararía para poder desempeñar en papel que le corresponde.
![]() |
| No había lugar para Plinio en el carro de Elías |
Este botón de muestra es uno de millares de "reuniones" que Plinio daba constantemente a distintos grupos de personas dentro de la TFP, midiendo el mensaje para diferentes audiencias, pero permitiendo siempre que se graben y transcriban gran parte de las mismas (no todas), para que sean usadas internamente como fuente de comentarios y "entusiasmo" de todo el grupo.
No olvidemos que, antes de su muerte en 1995, era moneda corriente en la TFP especular que Plinio no moriría, pero sería llevado con vida al Paraíso Terrenal para esperar, con Elías, la llegada del anti-Cristo. Naturalmente, como hemos visto en otro artículo, esta teoría cayó ante la realidad de la muerte. En su lugar, algunos esperan la resurreción de Plinio.
* * *
* * *
En fin... Elías no apareció durante la reunión, ni en ningua otra parte. Cuatro años después Plinio había muerto, y los asistentes a esta reunión se dividirían en dos facciones que se odian a muerte.
Si no fuese por la cantidad de mentes atrofiadas que estas hipótesis delirantes creaba dentro de la TFP, podría hasta ser gracioso.


Irresponsabilidade. Exatamente essa é a marca deixada pelo Doutor Plínio. Muitos deram a vida para essa causa, e alguns sequer sabiam do grau de sandices destas teses transloucadas geralmente difundidas em círculos mais próximos do Profeta.
ResponderBorrarNeste sentido suscito duas vítimas. A primeira o Sr. Orlando Fedeli. Tenho severíssimas restrições contra essa pessoa, da qual conheci relativamente bem. Mas me indago em que estado espiritual e psíquico ficou esse cidadão quando descobriu o nível de transloucamento como este. Que sensação de logro, de desilusão. E o pior que a desilusão surgiu quando tinha mais de cinquenta anos, quando os bons anos já tinham passados.
Outra pessoa é o seu pai, Sr. Alfonso. Que ato bonito em desejar que um filho filie-se a um grupo radicalmente católico. Mas que frustração, que desilusão, que desesperança pode ter sucedido quando se conscientizou destas maluquices, mesmo que depois da morte do Profeta.
Que irresponsabilidade!!
Não percebem que estão exagerando os comentários? Quando se odeia alguém, qualquer coisa que esse alguém diga é razão para comentário malévolo. Pelo texto reproduzido, fica claríssimo que se trata de uma hipótese e de comentários no condicional: "se se verificasse a hipótese", "pode ser que se verifique", "preparados inclusive para a seguinte hipótese", "isto quebraria", "não sei se já imaginou". Se forem ler os Evangelhos com estado de espírito malévolo, certamente encontrarão, como os fariseus, muita coisa que comentar a respeito dos ditos de Nosso Senhor.
ResponderBorrarAmigo anónimo... el hecho que estas ideas sean planteadas como hipótesis no las hace menos locas. Como dije en mi comentario, la figura de Elías y su relación con el grupo y la persona de Plinio era una referencia constante, sea en reuniones, cánticos e hipótesis descabelladas como la inmortalidad del profeta brasileño.
BorrarYa dije muchas veces que yo no "odio" a Plinio. Te equivocas en eso. Pero denuncio la personalidad doble del personaje. Puertas afuera un líder católico con mucha actuación positiva. Puertas adentro... bueno... esperando que Elías aparezca a tomar el té.
Como fui eu quem escreveu a respeito da irresponsabilidade de Doutor Plínio, vejo-me na contingência de refutar o que dito por Anonymous (aquele que defende Doutor Plínio).
BorrarO fato de defender que Doutor Plínio falava apenas uma hipótese é reconhecer que se não fosse hipótese seria realmente uma insanidade o que dito. Portanto, o Anonymous fica na seguinte situação: Se for hipótese o Doutor Plinio não falou loucura. Mas se não for hipótese Plínio falou uma grande loucura. Esta não é minha conclusão, mas do meu opositor que veio a este forum proclamar que o dito foi apenas uma hipótese, dando a entender que se assim não fosse o dito seria uma loucura.
Ora, quando alguém diz a outro para não se espantar pela realização da hipótese é porque ele aventa que a hipótese é absolutamente realizável. Assim, quando o Doutor Plínio disse para os ouvintes não se espantarem com a verificação da hipótese é porque ele acreditava vivamente que a vinda do Profeta Elias era plenamente viável. Portanto, a visita do grande profeta fez parte de suas cogitações.
Ademais, quando ele diz que a vinda de Elias pode não ser iminente, ou seja, imediata, ele está prevendo que ela ocorrerá, mesmo que demorada.
A loucura da previsão não é que se entende que Doutor Plínio disse que Elias ESTÁ na sede, como procura ver o Opositor, mas justamente porque suscitou a possibilidade de sua visitinha, vale dizer, a hipótese da visitinha na sede da TFP.
Mas ao caro Opositor recomendo a leitura do livro de Átila Sinke Guimarães intitulada Refutação a Uma Investida Frustra, aprovado pelo próprio Doutor Plínio, patrocinado pela TFP. Ali o autor revela literalmente que no Êremo de Elias foi colocado um trono para Elias, e é dito literalmente que o trono foi feito para Elias quando vier a essa terra. Elias não veio, e como se diz correntemente no Brasil quando alguém passa muito tempo esperando, os tefepistas "podem esperar sentados" até a vinda do profeta. Aliás, nem o trono e nem a sede existem mais.
Quanto ao ódio dito pelo Opositor, a minha resposta é que falo é em nome do amor à Verdade, que está muito acima das refregas terrestres.
A réplica do anônimo parece muito racional, e nada razoável. Quando eu disse que se tratava de uma mera hipótese eu visava tão somente o comentário do Sr. Afonso que procurava colocar em ridículo o fato de que a hipótese de Dr. Plinio não se realizou. Não acha natural, sr. objetante, que uma hipótese não se realize? Sua conclusão de que com minhas palavras eu teria concluído que é uma loucura a hipótese de Dr. Plinio, é mera operação racional sua, que se apega ao que conseguiu entender no primeiro relance, sem perceber que a realidade é cheia de matizes e que o que diz seu interlocutor pode ser entendido de outra maneira que não a que o sr. quer. Não lhe faltou razão (mas trate de entender o que quero dizer aqui com "razão"), faltou-lhe bom senso no seu açodamento de calar o inimigo . Dou-lhe uma dica. Os franceses sabem muito bem distinguir a "raison raisonante" da "raison raisonable". Quando li sua réplica veio-me à mente a frase de um nobre francês: "Quand je vois un homme engoué de raison je pense aussitôt qu'il n'est pas raisonnable." Construir um arrasoado mental abstraindo da razão prática e do bom senso, pelo amor apaixonado que tem pelo mero raciocínio abstrto, não o levará muito longe, sr. objetante.
ResponderBorrarPara seu desapontamento: não concluí o que o sr. diz que eu concluí. Pois sei muito bem que não é nem irracional, nem contra a fé católica a hipótese de S. Elias aparecer. FAÇO-LHE AQUI UM DESAFIO EM NOME DO AMOR À VERDADE: prove-me com argumentos racionais e teológicos que essa hipótese de Elias aparecer é contra a fé católica. Está o Sr. com a palavra!
Amigo anónimo... plantear la hipótesis de que Elías venga a visitar una sede, y prepararle un trono en el Éremo de Elías para cuando venga, es ridículo. Muestra una mente (de hechos muchas mentes) con mucha facilidad para aventurarse en conjeturas desligadas de la realidad. Nunca dije que ser loco, o hacer hipótesis locas, sea contra la doctrina católica. Te invito a leer el ensayo de Chesterton sobre la Ortodoxia, en particular el capítulo sobre el loco. Muy iluminador.
BorrarLa frase en francés que traducís sobre construir razones lejos de la práctica y el sentido común se aplican mucho más a Plinio y sus seguidores (al menos en el terreno de las elucubraciones exóticas que describe este artículo) que al otro anónimo a la que va dirigida.
Saludos!
Buenas tardes, al anónimo que escribió el día 20 a las 11:18 le recomiendo leer a Michel Henry que aunque nació en Vietnan se crió en Francia, filósofo de Izquierda y le gustaba hacer piruetas dialécticas con el Marxismo estructuralista diferenciando términos: a "raison raisonante" da "raison raisonable" por eso me vino a la mente. A mi me lo recomendaron cuando terminé de leer a los teóricos de la escuela de Frankfurt y casí me trago el cuento de lo Engels y Marx sumado a unas pocas lecturas de Fromm; de ahí a lo de Elías, me recordó por eso ¡oíga!... El que no se consuela es porque no quiere No sé por qué el "Anónimo" retuerce palabras me suena de otros foros. Saludos cordiales
ResponderBorrarSou aquele que escreveu um post em 17 de janeiro último, e que foi replicado pelo post de 20 de janeiro.
ResponderBorrarContra a minha assertiva de que a previsão da vinda de Santo Elias na sede da TFP é uma loucura, o meu oponente afirma que sou muito racional. Portanto, segundo seu modo de ver, contra a proclamação da insensatez não se deve usar a racionalidade.
Diz o meu oponente que a verdade deve ser vista segundo as matizes. Mas indago ao Oponente qual é a matiz a ser observada quando o Doutor Plínio dizia que a Revolução agia nas tendências? Quais são as matizes a serem observadas nas conclusões do Concílio Vaticano II que revelam que elas não ofenderam a integridade da Tradição? Que matizes precisam ser verificadas na questão do versus populum da Missa Moderna que desautorizam a Missa Tridentina?
E vou mais longe. Seria Nosso Senhor demasiadamente racional quando ensinou que Ele era a verdade, o caminho, a vida? Seria demasiadamente racional quando Ele afirmou “Eu sou Aquele que é”? Quais são as matizes a serem aplicadas nestas afirmações?
Como é possível um grupo censurar o relativismo e ao mesmo tempo fazer apologia às matizes?
De tantas matizes realiza meu opositor (e não inimigo como afirmou) que acabou defendendo tese contraditória. No início afirmou que o Doutor Plínio fez apenas uma hipótese, e acuado pela afirmativa que até um trono foi feito para que Santo Elias sentasse quando da sua visita à TFP, as matizes o levaram a defender que não há nada de mais cogitar da vinda de Elias, suscitando inclusive que esta vinda é teologicamente defensável em razão da fé católica.
Pois não creio que a questão seja de teologia, mas de psicologia. Com efeito, são certas as aparições de Nossa Senhora. Mas não é porque Ela tenha vindo diversas vezes nesta terra que me autoriza a crer que Ela virá na minha casa a ponto de ter feito um belo trono em minha sala. Menos razoável seria se eu diariamente enfeitasse o trono de pétalas de rosas, frequentemente depositasse um suave perfume, ou deixasse ao lado do trono vela permanentemente acesa. Agindo assim não estaria comportando-me com insensatez? E se meu Opositor alegasse que pela minha pequenez ela não apareceria mesmo, não concordaria que se essa atitude fosse de um Papa, sem qualquer aviso da Providência, seria também uma insensatez? Ora, é caso de suscitarmos o adágio usado nos conventos, e repetido por diversas vezes pelo Doutor Plínio: A imaginação é a louca da casa.
A cogitação da vinda de Santo Elias é possível pelas previsões evangélicas, mas o insensato é imaginar que ele viria justamente na NOSSA CASA! Onde virá, tanto quanto Nossa Santa Mãe, é designo exclusivo da Providência. O resto não é previsão. É presunção!
Caro Opositor. Não condeno a nobre intenção de defender os valores católicos, e até agir razoavelmente pela restauração da Cristandade. Faço vênia a esta nobre intenção, que é o ápice da pretensão de um católico. Mas porque extrapolar nesta missão para se lançar em extravagâncias como esta da vinda de Elias? Para quê toldar a nobre missão com vãs cogitações desviando o foco ao que de nobre se dispôs. Somente se entende tal desventura se perceber que a intenção original e nobre era insuficiente para satisfazer o ego daqueles que patrocinaram essas extravagâncias.
Por fim, espero que entenda o que afirmo, mesmo que de forma racional. Porém, “as crenças da mente racional, ao contrário, não são firmes, uma nova evidência pode alterá-la e substituí-las – a mente racional lida com fatos objetivos. A mente emocional, no entanto, considera que suas crenças são totalmente verdadeiras, e, portanto descarta qualquer coisa que lhes seja contrária. Eis porque é tão difícil fazer com alguém, sob perturbação emocional, raciocine não importa quão válida seja a argumentação do ponto de vista lógico – nada que não esteja enquadrado nas convicções emocionais do momento pode influir. Os sentimentos se autojustificam por uma série de percepções e de “provas” convincentes.” (In Inteligência Emocional, Daniel Gleman, Ed. Objetiva, pág. 309).