Eu já nao vivo, é o senhor doutor Plínio que vive em mim.

Plinio besa el estandarte de la TFP en manos de Joao Cla. Entre ellos, D. Mayer.

por Joao Cla
Extraido de tres breves grabaciones de audio de una reunión hecha por el en el Praesto Summ. Sin fecha. Se calcula de mediados de los '90.

Não vejo outra solução, nós para não entrarmos na rampa que nos leva cada vez mais para baixo, a única solução que existe, o único meio que eu encontro de nós não derraparmos, é crescer na devoção ao doutor Plínio e sua dona Lucília, no entusiasmo a ele e a ela.

E essa devoção nao pode ser meramente um aumento de jaculatoria, um aumento de orações vocais. Esse aumento tem que ser um aumento de compreensão e um aumento de amor.

E por isso eu reputo indispensável acompanhar as reuniões que são feitas aqui, não como meros assistente, porque quem acompanha como mero assistente, entra de uma forma e sai pior.

Porque essas reuniões não visam outra coisa senão fazer com que o senhor doutor Plínio vá crescendo nos horizontes da nossa vocação, vá crescendo enquanto compreensão na nossa inteligência, vá crescendo enquanto amor, enquanto labareda, enquanto entusiasmo no nosso coração. 

Então o que é preciso é a gente aproveitar todas as oportunidades que a providência põe diante de nós, para progredir, para progredir, para progredir na compreensão e no amor a ele, especialmente, a sua Dona Lucília e a vocação. 

Sem isto, nós, sem essa união, sem essa adesão, sem essa compreensão, sem esse crescimento, sem esse amor, os senhores vao rodar. Pois quem nao se une, quem não está comigo, diz Nosso Senhor, está contra mim, e diz Nosso Senhor ainda, quem comigo não ajunta, espalha, entao quem nao se juntar ao Doutor Plínio, vai espalhar-se e nao tem por onde.

É preciso que a gente tenha uma devoção a ele crescente, um ardor a ele cada vez maior, que a gente o queira com toda a força de nossa alma, que a gente não pense em outra coisa durante o dia, senao ele, ele, ele, ele, ele. Que passe o dia ávido, o dia ansioso, o dia desejoso de ter um encontro ainda que místico, interior com ele. Uma conversa, um contato com ele, e que a gente portanto, com isso vá se unindo cada vez mais com ele, a ponto de não termos mais a nossa mentalidade, de não termos mais o nosso espírito, de nao termos mais a nossa inteligência, nossa vontade, nossa sensibilidade funcionando a não ser assim:

Eu já nao vivo, é o senhor doutor Plínio que vive em mim. 

Quer dizer que nao adianta eu receber uma fotografia, eu pegar um texto do doutor Plínio para ler, eu pegar uma fita do senhor doutor Plínio para ouvir, eu assistir um videocassete do senhor doutor Plínio, eu vir em uma reunião para acompanhar um texto dele, com um ou outro comentário que saia, ou coisa que valha, como um mero assistente. 

Eu nao sou assistente. Eu nao sou uma pessoa de fora.

Eu fui chamado a ser filho, a ser escravo, a ser guerreiro, a ser exorcista, a ser um homem totalmente entregue nas mãos do senhor doutor Plínio. 

De maneira que, minha vida sobrenatural, não é nada se não estiver ligada a dele.

Eu não faço nada no campo sobrenatural se não estiver unido a ele. 

Eu sou um zero, eu sou um lixo, eu sou un trapo se eu procurar usar das minhas próprias qualidades, sem que elas sejam vivificadas por ele, senhor doutor Plínio. 

Então ou é isso, ou nao temos nada feito e é preciso que isso vá nos crescendo...

Porque se isso, agora que vem entrando o verão, e eu me deixar influenciar pelo clima, e venha para as reuniões mais ou menos como um sujeito que vem arrastando os pés, eu entro na reunião, sento e vou assistir a reunião. Se eu assistir a reunião, eu saio da reunião pior do que eu entrei. 

Senhores, se um dos senhores passarem pela cabeça: bom, eu vou lá, mas eu vou assistir, nao vou participar da reunião. Nao venha. Não venha porque os senhores me deixam com dor de consciência, porque os senhores me deixam preocupados, porque eu olho para o sujeito e vejo que ele veio apenas assistir, e eu digo, meu Deus do céu, se eu disser o que está em meu coração, esse sujeito sai daqui na rampa do inferno. 

Por quê? Porque ele vai ouvir um chamado, ele vai ouvir uma clarinada, ele vai ouvir uma conclamação e nao vai dar ouvido, porque ele vai achar isso: Que fulano curioso, ele se gesticula, ele fala, ele tem uma voz meio cantante, também ele canta no coro. Que fulano curioso.

Eu nao sou fulano curioso. Eu sou escravo do senhor doutor Plínio. 

Quer dizer, eu estou aqui para cumprir minha missão, um dever de justiça para com ele e senhor doutor Plínio, um dever de caridade, para com os senhores, ou seja, eu venho aqui para conclamar os senhores, unamo-nos. Unamo-nos em torno do senhor doutor Plínio, se há alguma coisa que nós devemos fazer, é viver em função dele, é glorifica-lo. É pôr-lo no lugar onde ele merece, tanto no nosso coração, quanto no mundo, nós não podemos descansar enquanto o mundo inteiro nao estiver em escombros e ele colocado no lugar mais alto que os próprios estandartes. 

De maneira que, quando alguém me pergunta o que fazer para não descer, eu digo, meu caro a melhor forma para nao descer é subir. Se o senhor nao quer descer, suba. 

-Ah! mas, eu nao posso ficar parado nesse degrau?

Nao. Porque a escada que nos conduz a perfeição, a união, a escada que nos conduz a identidade de espírito, a identidade de mentalidade, a escada que nos conduz a sermos outros Plinios, é uma escada rolante, para baixo.

Se o senhor parar no degrau o senhor vai lá pra baixo. O senhor vao voltar de onde o senhor começou a subir. Se é que nao desce mais baixo.

Ah! Mas a escada está rolando pra baixo.

Ponha força nas suas pernas e suba mais que a escada desce. E suba, suba, suba, e atinja o pináculo, porque enquanto nao tiver agarrado nas portas da Jerusalém celeste, o senhor nao deve sossegar."

* * * Fim da gravação * * * 


A voz desse áudio é do Sr João Clas Dias, fundador dos Arautos do Evangelho. 

Vemos claramente uma seita que se diz católica. 

Vemos um grupo de pessoas adorarando um homem e o pondo no lugar de Deus. 

Claramente vemos a idolatria desses senhores (no áudio ouvimos os gritos felizes dos participantes da tal reunião).

Comentarios

  1. Se deriva de este texto los siguiente: el heraldo es "um zero", "um lixo", "um trapo" sin el fundador. Entonces son aún menos que un cero, que una basura o que un trapo las personas de que no siguen al fundador, esto es, el mundo exterior. Se nota un orgullo máximo del fundador que admite tales afirmaciones, y mucho desprecio por quien no admite la visión pliniocéntrica y joanina del universo. Aspiran a ser guerreros y exorcistas contra lo que no sea pliniano. De ahī que los exorcismos se hayan hecho en nombre de Plinio y Monseñor. Me pregunto: ¿dónde queda el amor de Jesucristo en esta visión?

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  2. Buenas tardes:
    Me llamo Jordi Plens, estuve 5 años en la TFP y luego los Heraldos del evangelio. He visto todas sus publicaciones, los vídeos que han salido a la luz, y los comentarios y rumores que estos han originado.
    Hace 10 años que no tengo contacto con los Heraldos ya que vivo en Barcelona ciudad donde ellos no están.
    Después de ver todo, todos los comentarios y todo el revuelo que se ha originado me gustaría hacerle un pedido.
    Usted ha abierto un blog para sacar a la luz lo que a su opinión son prácticas sectarias de una asociación religiosa, cada uno puede opinar lo que él mismo en su recta conciencia estime oportuno, si esa opinión ha sido basada en esta recta conciencia solo Dios lo juzgará. Dicho esto lo que no veo bien es que meta en un saco frases, vídeos privados, rumores, interpretaciones y dudas que estén surgiendo de esas con la finalidad de según usted informar, pero lo único que hace es perturbar, confundir y evitar el bien hace esta orden religiosa.
    Por sus frutos los conoceréis. Le pido por favor que cese en todo esto ya que es la Providencia por medio del Espíritu Santo la que guiará a esta orden, la corregirá no por medio de confusiones rumores y ataques sino por medio de inspiraciones calmadas, ponderadas que solo Dios sabe hacer.
    Debo recordar que está en su derecho de no entender o que le parezca extraño algunas cosas y que si usted con buena intención se dirigiese a los Heraldos ellos amablemente hablarían con usted y podría resultar una discusión con enriquecimiento de ambas partes, cuando Nuestro Señor dijo quien no come mi carne ni bebe mi sangre no tendrá vida eterna, lo acusaron de canibalismo y muchos se escandalizaron y se fueron, esto lo menciono guardando las debidas proporciones pero el hecho es que en esa época por no entender y por una moralidad escrupulosa lo tomaron como canibalismo. No haga eso, si es inspirado por el Espíritu Santo seguirá esa obra si no desaparecerá, en caso de que sea inspirada por el Espíritu Santo tenga en cuenta que usted estará atacando una obra de Dios.
    Rezo por usted pero sobretodo rezo para que esto acabe y se deje hacer a la providencia lo que en su Divina Sabiduría estime oportuna.
    Saludos

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    1. Los heraldos tienen acción pública, y se muestran con vocación de liderazgo religioso y de poder. Tienes derecho a defenderlos, pero en los países democráticos el derecho de opinión también permite criticar estas organizaciones, que no pueden esperar siempre elogios.

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  3. La devocion al fundador como principal medio que conduce a Dios, se ha dado en todas las familias espirituales de la Iglesia a lo largo de los siglos, eso lo enseña la doctrina de los santos y por tanto la Iglesia, asi que la acusacion de secta carece de fundamento.
    En los Heraldos y la TFP jamas se ha adorado al Dr Plinio, Doña Lucilia y Monseñor Cla, la adoracion solo se da a Dios, por lo que esa acusacion es falsa

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    1. Cada quién es libre de venerar a quien quiera. Lo cuestionable es que los heraldos se muestren públicamente como una organización mariana y oculten la práctica interna de la "sagrada esclavitud" a los fundadores, la concepción de los fundadores como canal necesario para la salvación, que se crea que el fundador Plinio es el orden del universo, que los fundadores regirán lo temporal y espiritual en lo que llaman el "reino de marīa", y que se puedan hacer exorcismos en Joao y Plinio. Se cuestiona también la falta de transparencia frente a dichas prácticas y concepciones al recaudar donativos del público y con las familias de los niños que reclutan.

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    2. Se oculta porque muchos lo entenderían como una idolatría, un sectarismo, o algo así (los que no quieren entender prefieren difamar a verse señalados como equivocados). Pero hace poco el tema fue aclarado "per longum et latum" en la obra de Monseñor Joao Clá "El don de la Sabiduría en la mente, vida y obra de Plinio Correa de Oliveira".

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    3. Se puede ser católico y no seguir a Plinio ni a monseñor. Se puede ser católico y criticar la visión pliniana y joanina del universo. Se puede ser católico y no compartir las prácticas heraldianas. Si se niegan esas afirmaciones es porque se quiere imponer el pliniocentrismo, y a eso tenemos derecho de oponernos.

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