Obispo de Nueva Hamburgo (Brasil) ataca a los Heraldos del Evangelio

por Alfonso

Este ataque de un obispo brasileño a los Heraldos del Evangelio es el primero del que tengo conocimiento.

En resúmen, el Obispo acusa a los Heraldos de actuar sin su consentimiento, de usar el nombre del Obispo de forma deshonesta, de juntar fondos a perjuicio de la Iglesia local, de robar vocaciones de la diócesis, y de perjudicar la comunión eclesial.

Invita a los que se consideren dañados por el accionar de los Heraldos del Evangelio, a hacer la denuncia pertinente ante la autoridad eclesiástica, o civil.

Será que vemos más de esto durante lo que queda de 2017?

Abajo el texto completo de la carta del Obispo.


* * *



ESCLARECIMENTO AOS NOSSOS PADRES

A Diocese de Novo Hamburgo, através de Seu Bispo, Dom Zeno Hastenteufel, e atendendo o pedido de inúmeros leigos e leigas que foram lesados pelos “Arautos do Evangelho” (Associação Internacional de Fiéis de Direito Pontifício) com Sede em São Paulo, SP, em suas visitas não autorizadas a casas e condomínios dos fiéis pertencentes a esta Diocese, com “campanhas” não esclarecidas, faz saber que:

-Em nenhum momento houve a concessão de licença para visitas ou para angariar qualquer tipo de fundos para seminários ou outras obras dos Arautos do Evangelho.

-Após uma rápida visita de seus membros aos Bispos locais, com a cordial visita e entrega de algum presente, fez com que de maneira ardilosa utilizam o nome do Bispo local, sem a sua permissão, para seus empreendimentos, fez com que houvesse um desvio de recursos, prejudicando a Igreja local de suas necessidades;

-Não obstante, se faz necessário constatar, que mesmo a chamada promoção vocacional com os jovens dessa Diocese, em nenhuma ocasião foi informada ao Bispo local, fazendo com que as vocações fossem desviadas para seus centros de formação; 

-Os acontecimentos recentes junto de nossas famílias, nas mais variadas Paróquias da Diocese, bem como em outras Dioceses do Estado do RS, desde o início deste ano de 2017 e em anos anteriores, nos faz constatar e afirmar que o problema suscitado não é apenas de caráter eclesial, religioso e de fé; é um assunto público, que afeta diretamente os movimentos, grupos e pastorais paroquiais e aqueles que as integram e as diversas estruturas eclesiais.

Sendo assim, viemos a público manifestar nossa desaprovação com a atuação dos Arautos do Evangelho, que prejudicam a Comunhão Eclesial, e o bom relacionamento que sempre houve com as diversas manifestações eclesiais existentes em nossas Dioceses. 

E, portanto, alertamos aos nossos fiéis que estejam atentos a atuação dos Arautos do Evangelho. E se por acaso, algum fiel sentir-se lesado em qualquer coisa, seja nos seus bens materiais ou espirituais, poderá recorrer diante da autoridade eclesiástica, bem como da autoridade civil, se assim for necessário.

Novo Hamburgo, a 01 de abril de 2017

+ Zeno Hastenteufel – Bispo Diocesano


Dom Zeno Hastenteufel, 

Fone(51)- 3594-1503 – E-mail:domzeno@mitranh.org.br 

Rua Magalhães Calvet, 675 – Vila Rosa 

CEP 93.315-010 – Novo Hamburgo – RS

Comentarios

  1. Muy interesante. Vamos a comenzar a difundir, porque el sentimiento que tiene ese obispo me consta que es un denominador común en muchas diócesis.

    No hace falta ser muy hábil para darse cuenta de la estrategia que usan: halagan y agasajan al obispo local para que no les de problemas mientras acaparar a los mejores posibles donantes y a las familias más incautas que entreguen a sus ingenuos retoños.

    Y el que tenga duda al respecto que les pregunte sobre comunión eclesial, apoyo diocesano, tareas benéficas: saltarán echándose flores con comentarios ambiguos y grandilocuentes, pero sin nada concreto.

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  2. Hola.

    Pregunto por que tanto celo hacia los heraldos, ellos ayudan a las personas a estar mas cerca de Dios y de la Virgen Maria... acaso hay celos de la arquidiocesis por la lucha de vocaciones...? que diferencia hay que formen catolicos o vocaciones los heraldos o que los forme la diocesis...? No es el mismo DIOS...? la misma Vigen MAria y el mismo Jesus...? No veo nada malo.

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    1. Anónimo...

      1. El Obispo es la máxima autoridad en la diócesis.
      2. Los acusa de usar su nombore (y por lo tanto autoridad) de forma engañosa para juntar fondos sin permiso.

      Tu pregunta sobre el mismo Dios habría que hacérsela a Joao Cla que se sintió en la necesidad de fundar una orden nueva... por lo visto las centenas de ordenes que ya existen no eran suficiente para su "carisma" del "pulchrum".

      Los Heraldos no pueden, con un costado de la cara decirse ahora miembros de la Iglesia y fieles a sus autoridades, y con el otro costado desconocer la autoridad de un Obispo de la misma.

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    2. Sr. Alfonso.
      EL Vaticano no aprobo a la orden de lo Heraldos..? No son una asociacion de fieles con derecho pontificio..? No veo cual sea la falta. Gracias por su explicacion.

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    3. Justamente! Al estar aprobados por el Vaticano como una asociación de fieles de derecho pontificio, tienen aún más obligación de trabajar en sintonía con los obispos locales y bajo su autoridad. Acordate que, en su diócesis, cada obispo es rey en lo que hace a actividades eclesiásticias. Los Heraldos no tienen independencia de los obispos.

      Ya no son laicos y civiles como en las épocas de la TFP. Ellos eligieron subordinarse a la autoridad eclesiástica. Ahora hay que cumplir... aunque no les guste.

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    4. Alfonso, você não entende nada de direito canônico. Leia o capítulo sobre as associações privadas de fiéis. Nele encontrará que a autoridade competente para as associações internacionais de direito pontifício é o Vaticano e não o Bispo local. Os Arautos foram reconhecidos pelo Vaticano e foram convidados a colaborar com o Bispo local, mas não estão, enquanto associação, sob a autoridade do mesmo. É claro que em matéria de fé e moral, todos estão sob a vigilância do Bispo local. Mas aqui não se trata de problema de fé nem de moral. Uma associação de fiel, apesar de reconhecida pela autoridade, é independente em matéria de governo e tem autonomia na direção de suas atividades. Leia o direito canônico, mas leia direitinho, procurando entender a lei. E verá que suas afirmações são desprovidas de fundamento jurídico. O Bispo não é rei que possa reinar sobre associações privadas de fiéis de direito pontifício. Um pouco menos de ódio e um pouco mais de seriedade e objectividade, por favor. Dra. Maria de Lourdes Albuquerque Guimarães.

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    5. Prezada Doutora María de Lourdes Albuquerque Guimaräes:
      Acho ótima a sua precisão sobre direito canónico. Nós, o comúm da grei, sabemos pouco e nada a respeito.
      Sem desejos de me inmiscuir no sacrosanto Direito Canónico pergunto o seguinte: Na carta o bispo acusa aos Arautos do Evangelho de"...Sendo assim, viemos a público manifestar nossa desaprovação com a atuação dos Arautos do Evangelho, que prejudicam a COMUNHAO ECLESIAL".

      Ora, os mesmos AE publicam, no seu web site, o seguinte sobre a Comunhao Eclesial:
      "A comunhão eclesial é suscitada e sustentada pelo Espírito Santo, e é conservada e promovida pelo ministério apostólico, exercido pelo Papa e pelos Bispos em suas dioceses. É lógico: a esta comunhão damos o nome de Igreja, e ela abarca todos os tempos e todas as gerações. Isso porque temos uma dupla universalidade: estamos unidos em todas as partes do mundo e, em segundo lugar, todos os tempos nos pertencem".

      Além disso, o mesmo bispo declara na sua carta:
      "o problema suscitado não é apenas de caráter eclesial, religioso e de fé"

      Parece mesmo que o problema nao é somente a "mamota", os dinheiros que o bispo sente que nao foram para a suas arcas. Parecería ser que sim entra um problema de Fe e de Comunhao Eclesial, e que este sería um problema de gravidade até para qualquer laico consagrado. Nao?
      Hoje á noite vou ler um pouco o tomo II do Tratado de Teología Culántrica, que se ocupa especialmente dos assumptos Eclesiásticos, para ver o que diz respeito desta temática.
      Saudaçoes culántricas

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    6. http://www.arautos.org/secoes/artigos/magisterio/palavra-dos-pastores/Tradicao-e-comunhao-eclesial-141351

      E eu, qué mal pénsado que estava achando que o bispo estava choriqueando pq lhe passaram a perna no dinheiro da sua diocése.
      Ouví dizer que isso para os senhores bispos é pior do que pedofilia...
      Também ouvi dizer que o bispo de Roma mandou recadinho pra os Arautos deixar de recadar dinheiro em Roma... e eles, claro está, obedeceram rápidamente. A final, sao assumptos de jurisdiçao.
      Dra. Albuquerque Guimaraens, o Direito Canónico diz alguma coisa sobre este particular?

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    7. Estuve consultando las últimas ediciones de Culántrica Pastoral, Criterios pastorales para las relaciones entre Obispos y Religiosos:
      Trae texto de la Sagrada Congregación para los Religiosos e Institutos Seculares.

      41. - Las iniciativas apostólicas nuevas, que han de promoverse constantemente, han de ser cuidadosamente proyectadas. Es deber de los Obispos, por una parte, no extinguir el Espíritu, antes bien examinarlo todo y retener lo que es bueno (1 Th. 5, 12; 19-21; LG 12) pero de manera que sea salvaguardado y fomentado el celo espontáneo de los que tomen parte en la obra (AG 30); por otra parte, los Superiores religiosos cooperen animosamente y en diálogo con los Obispos, para buscar soluciones, programar las obras por las que se haya optado, emprender experiencias, incluso del todo nuevas, teniendo siempre presentes las necesidades más urgentes de la Iglesia, las normas y orientaciones dadas por el Magisterio y la índole propia del Instituto.

      42. - Nunca se omita el intercambio de ayudas entre Obispos y Superiores al momento de valorar objetivamente y juzgar equitativamente las nuevas experiencias ya en curso, de modo que se logren evitar no solo evasiones y frustraciones sino, también, los peligros de crisis y desvíos.

      Hágase un examen periódico de estas iniciativas; y, en caso de éxito negativo (cfr. Evang. nunt. 58), téngase la humildad y también la debida energía para corregir, suspender o enderezar el experimento en cuestión.
      ------o0o------
      Indivisibilidad del ministerio de los Obispos

      7. - El Obispo, con la colaboración de los presbíteros, ejerce un servicio triple en favor de la comunidad de los fieles, a saber: enseñando, santificando, gobernando (cfr. LG 25-27; CD 12-20; PO 4-6). Pero no se trata de tres ministerios; sino que, habiendo Cristo en la nueva Ley fusionado radicalmente las tres funciones de Maestro, Liturgo y Pastor, se trata de un solo ministerio original. Por lo mismo el ministerio episcopal se ejerce indivisiblemente a través de sus diversas funciones. De modo que, aun cuando las circunstancias exijan, a veces, que uno de estos tres aspectos sea puesto especialmente de relieve, nunca deberán separarse ni deberán ser preteridos los otros dos, para que en modo alguno sufra menoscabo la íntima integridad de todo el ministerio. El Obispo, pues, no gobierna solamente, ni santifica o enseña solamente, sino que, con la asistencia de sus presbíteros, apacienta su grey enseñando, santificando, gobernando con acción única e indivisible. El Obispo, por tanto, en virtud de su propio ministerio, es responsable de modo especial del crecimiento en la santidad de todos sus fieles, en cuanto es principal dispensador de los ministerios de Dios y perfeccionador de su grey según la vocación de cada uno (cfr. CD 15); por lo tanto, también y con mayor razón, según la vocación de los Religiosos.

      Misión de la Sda. Jerarquía con relación a la vida religiosa

      8. - Una reflexión atenta acerca de las funciones y deberes del Romano Pontífice y de los Obispos con relación a la vida concreta de los religiosos, nos lleva al descubrimiento en modo particularmente claro y tangible de su dimensión eclesial, es decir, del indudable ligamen de la vida religiosa con la vida y santidad de la Iglesia (cfr. LG 44). Pues Dios, por medio de la sacra Jerarquía, consagra a los religiosos a su más alto servicio en el Pueblo de Dios (cfr. LG 44); y asimismo la Iglesia, por ministerio de sus Pastores, no solamente eleva con su sanción la profesión religiosa a la dignidad de estado canónico, sino que con su acción litúrgica la presenta además como estado de consagración a Dios (LG 45; cfr. SC 80; 2)

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  3. Yo humildemente creo que, la autoridad del Obispo a Joa cla le importa poco o nada. EL un iluminado al igual que su maestro plinio correa, está encantado con su papel de líder disfrazado con toda clase de parafernalia que impresionan al ojo y a los espíritus fanatizables. De Católico Apostólico Romano. Nada.

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    1. Seguro que le importa 3 pitos! Basta leer aquí la "Operación Judith", en la que se relata que aceptaron la misa nueva y se acercaron a Roma y se hicieron sacerdotes por una mera cuestión de conveniencia, esperando el momento oportuno para atacar Roma y al Papa.

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    2. Oscar... muy interesante tu pregunta y tu punto de vista. Gracias a Dios mucha gente tiene otras opciones entre Joao Cla y Baal... como el Dios verdadero, por ejemplo. Y creo que estas vivo gracias a Dios, no gracias a Plinio. Pero en fin... cada uno ve las cosas a su manera, no? Lamento que la tuya sea tan sectaria.

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  4. Bueno, Dra. no se si tendra algo que ver, pero cuando el Papa Francisco era cardenal arzobispo de Buenos Aires PROHIBIO A LOS HERALDOS DEL EVANGELIO actuar ni siquiera en la parroquia de al lado. El grupo estuvo inactivo durante todo su pontificado... creo que se equivoca al respecto. Y no fue por otra razon que intentaron conseguir el apoyo del OPUS DEI para, tornandose otra "prelatura personal" escapar del cerco que los obispos progresistas les hacen cuando intentan actuar en sus diocesis...

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