¿A quien amar sin medida? ¿A Dios... o a Plinio?

Reunião Saúde — 11/9/97 — 5ª feira 

(Pergunta: Sr. João, para um discípulo alcançar um tal grau de amor que ele chegue a ser semelhante com o fundador, semelhante até fisicamente, perguntaria ao senhor qual é esse grau de amor que o discípulo tem que ter ao fundador, para chegar nesse estágio. E também de uma tal forma, que ele chegue a ser até um “alter ego” do fundador. Qual seria esse amor, Sr. João?).

Santo Agostinho tem uma frase muito bonita a respeito do amor a Deus. Ele diz: “A medida de amar a Deus consiste em amá Lo sem medidas”. Eu creio que todos nós somos chamados a amar o Sr. Dr. Plinio, mas amá lo sem medidas. Então, mais, mais, mais... Se nós tivéssemos a graça ou a desgraça — não sei — de viver 2000 anos, a cada segundo desses 2000 anos nós deveríamos estar num degrau a mais de amor a ele. Nós deveríamos progredir sempre mais, sempre mais, sempre mais, sempre mais, sempre mais... 

E deveríamos chegar a uma situação por onde nós invertêssemos o jogo, por onde nosso amor por ele ainda fosse maior do que o amor dele por nós. Alguém dirá: “Isso é impossível”. Foi o que ele fez com a Sra. Da. Lucilia. Ele disse: “Há uma regra qualquer na ordem da natureza por onde o amor da mãe, o amor de um superior, sempre é superior ao amor do inferior. Eu não posso tolerar isso, eu vou inverter essa regra”. Em relação a ela, Sra. Da. Lucilia, ele foi cada vez mais, cada vez mais, cada vez mais, que deu no inimaginável. 

¿Amar a Dios sobre todas las cosas?

Então conosco a mesma coisa. Nós devemos ter para com o Sr. Dr. Plinio um amor crescente, um amor filial, um amor de escravo, um amor de devoto, um amor de discípulo, um amor de seguidor, um amor que não tem limite, não tem limite. 

Se o senhor um dia ao deitar se, fazendo um exame de consciência rápido, o senhor deitando os olhos sobre o dia, o senhor chegar à conclusão: “Bem, hoje eu cheguei ao ápice do amor ao Sr. Dr. Plinio”, o senhor começou a decadência. Porque quando o senhor se convencer a si próprio de que o senhor não tem mais por onde crescer no amor a ele, o senhor começou a rampa de descida. Todos os dias o senhor pode crescer um pouco mais, todos os dias o senhor deve crescer um pouco mais. E todas as noites o senhor deve estar mais amante do que na noite anterior. 

O senhor dirá: “Como é que isso chega a fazer com que a pessoa se pareça até de alguma forma, se pareça fisicamente?”. É que a lei do amor é justamente essa: o amor torna o amante subjugado ao amado. Então tudo aquilo que o amado quer, pronto, o amante vai fazendo sem... por intuição já, por segunda natureza. E a outra lei do amor é que o amor torna o amante semelhante ao amado. Acontece que o senhor analisando São Francisco de Assis... olhe que ele morreu jovem, porque ele morreu antes dos 50 anos, 43 anos, se não me engano, ou 47, já não me lembro. Morreu jovem. Ele possuía os estigmas, foi estigmatizado, todas as chagas de Nosso Senhor passaram para ele. E a gente visitando Assis encontra até hoje, nas roupas interiores que ele usava, uma espécie de túnica interior, os sinais das chagas de Nosso Senhor naquela roupa dele. Bem, ele amou tanto Nosso Senhor, amou tanto Nosso Senhor, que ficou parecido com Nosso Senhor. Não foram só os estigmas, mas foi o próprio imponderável da fisionomia de Nosso Senhor que se estabeleceu sobre ele. 

E nós devemos amar tanto ao Sr. Dr. Plinio, que quando nós entrarmos no Reino de Maria, as pessoas olharão e dirão: “Não tem dúvida, são outros Plinios, são outros Plinios”. Está claro? 

(Está claro.)

Comentarios

  1. Que ignorância de Clá atribuir a famosa máxima de São Bernardo “modus amandi est amare sine modo” a Santo Agostinho.

    ResponderBorrar

Publicar un comentario

Entradas más populares de este blog

Tu eres sacerdote por la eternidad: según el orden de Plinio

Eu já nao vivo, é o senhor doutor Plínio que vive em mim.

El minuto heroico