Santa Franqueza
por Alfonso
Me llegó esta hoja pequeña que usan los Heraldos del Evangelio en sus devociones diarias. Como si fuese un "exámen de conciencia", para ayudarlos en el crecimiento espiritual.
Esta en particular está fechada el 7 de Abril del 2001, y traducida al castellano dice así:
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| Al menos francos son! |
Propósitos de la Santa Franqueza, Segundo Año, 7/4/2011.
* Integridad: Todos deseamos el mismo ideal, o sea, la santidad. Es mentira que los demás quieran de mi el espíritu revolucionario.
* Monseñor Joao (Clá) me está mirando. Como soy frente a el? En la obediencia, en el trato luciliano (por la madre de Plinio, Lucilia), en la seriedad, en la postura, en el cumplimiento del deber. Soy un ejemplo a las clases inferiores.
* Es suficiente el coraje de uno solo para quebrar el Mito Inhibitorio, y para SER lo que Monseñor Joao quiere.
* * *
Sin saber a ciencia cierta que es el "Mito Inhibitorio", ni la frecuencia con que estos "Propósitos" se generan internamente para las devociones privadas de los Heraldos del Evangelio, llama la atención cuan "Joaoclacéntrica" esta meditación es. Ni una mención a Dios o a la Virgen. Y la mirada de Joao Cla, cual "Gran Hermano" orwelliano, sigue a los Heraldos hasta en sus oraciones más privadas.
Sería interesante también entender cuales son las "clases inferiores" para las que los Heraldos resultan ejemplos...

La verdad que el asunto del "Mito inhibitorio" de la parte final, es TODO un DESCUBRIMIENTO/SORPRESA, porque si mal no me equivoco está relacionado con la Psicología freudiana desarrollado por Jung ¿¿??. ¿Cómo lo habrán asumido si Freud era visto como diabólico maestro de la sospecha ¿¿??. También, también a mí me ha dejado descolocado.
ResponderBorrarCon relación a lo de las "clases inferiores", sinceramente el término, y viniendo de ellos, no resulta extraño: siempre han tenido tienen (teníamos/tuvimos) un ETERNO complejo de superioridad respecto al resto de la humanidad. En qué consistía dicho complejo de superioridad era difícil definir, (vocación, muchos los llamados pocos los escogidos, misión "bagaresca", y todo aquel tinglado) jejeje!.
Gracias y saludos Alfonso
Mito inibitório, ou ilusão inibitória é a idéia que uma pessoa contra-revolucionária tem de que todo mundo ao seu redor é também revolucionário. Essa idéia, que é na realidade um mito ou uma ilusão, impede o contra-revolucionário de manifestar as suas próprias idéias, por medo da oposição dos circunstantes. Vencer o mito inibitório é um ato não só de coragem, mas de bom senso realistico e de conhecimento da opinião pública, bem como do mecanismo da Revolução e da Contra-Revolução. Assim, por exemplo, numa roda de pessoas que conversam amigavelmente, um dentre eles que seja revolucionário mas que esteja imbuído da ilusão inibitória, evitará de trazer à baila temas contra-revolucionários, julgando que todos na roda se opoem à suas idéias, quando na realidade o número de revolucionários convictos e menor do que ele imagina e vários nessa roda aceitariam, embora em diferentes graus, afirmações contra-revolucionárias. Deu para entender, ou querem que desenhe? Embora os comentadores destas páginas em sua maioria se oponham aos Arautos e à TFP, conviria que pelo menos procurassem entender a doutrina escrita e professada por essas instituições, baseada na moral e Fé católicas e tendo contado com o elogio e aprovação da hierarquia eclesiática, de dicastérios pontifícios e dos Papas. O unilateralismo preconceituoso dos anti-TFP e anti-Arautos basta para os desqualificar, muito embora o moderador cá e lá procure dar uma "tournure" imparcial em seus comentários, trazendo-nos a mente "quem se excusa, se acusa".
ResponderBorrarMuito clara a explicação sobre mito inibitório. É uma realidade que se pode constatar no nosso dia-a-dia. Acho também que essa explicação lança luz sobre a cristalina objectividade do pensamento pliniano, de que tantos nestas páginas procuram infelizmente fazer chicana.
BorrarEstranho. Sai dos AE-TFP em 2014 e nunca tinha ouvido falar em "Mito Inibitório". Lá fiquei 23 anos e mesmo com as pessoas que convive lá, não ouvi o uso desse termo. Será um termo mais restrito "aos do Thabor"? Certamente receberei como resposta de que eu era um "sabugo" blá, blá, blá. Mas afirmo nunca ter ouvido esse termo, ouvi muitos outros, mas este não, por isso acho que é um termo usado entre os alunos do Thabor e colégios afins.
Borrar"Classes inferiores" certamente refere-se às outras turmas de estudantes nos colégios dos AE. "Propósito da Santa Franqueza 2º ano" é uma clara referência à graduação estudantil.
ResponderBorrarNa minha opinião, "classes inferiores" é um termo infeliz, bem ao estilo do "Thabor" que almejam ser uma elite espiritual dentro do grupo!